Rollheiser tenta jogada na derrota do Santos para o Vasco (Crédito: Raul Baretta/SantosFC)

O Santos fez um bom primeiro tempo, mas caiu de rendimento no segundo e perdeu de virada para o Vasco na estreia no Brasileirão. Escobar foi o destaque positivo, JP Chermont e Guilherme os negativos. Pedro Caixinha errou nas alterações. Confira as notas do DIÁRIO.

Gabriel Brazão – Fez uma defesa espetacular em cabeçada de Vegetti e não teve culpa nos gols. Nota 6,5

JP Chermont – Envolvido facilmente pelo ataque do Vasco no setor. Não conseguiu evitar o cruzamento de Lucas Piton no primeiro gol. Nota 4,0

Gil – Uma tarde para ser esquecida. Perdeu feio uma dividida no melhor lance do Vasco no primeiro tempo e bobeou no primeiro gol. Nota 4,0

Zé Ivaldo – Perdeu a disputa para Vegetti no lance do primeiro gol e não conseguiu marcar o centroavante do Vasco. Nota 4,0

Escobar – Enquanto teve fõlego foi o melhor do time, ganhando todas na defesa e ajudando o ataque. Só bobeou ao não sair no cruzamentoi de Payet no segundo gol. Nota 7,0

João Schmidt – Foi importante na saída de bola no primeiro tempo. Caiu com o time no segundo. Nota 5,5

Diego Pituca – Jogou pouco tempo. Sem nota

Gabriel Bontempo – Fez um bom primeiro tempo, inclusive chegando com perigo no ataque. Cansou no segundo. Nota 6,0

Thaciano – Jogou pouco tempo. Sem nota

Barreal – Fez um primeiro tempo interessante e marcou um golaço. Não deveria ter saído. Nota 6,5

Gabriel Verón – Entrou fora de rotação e perdeu todas. Nota 4,5

Rollheiser – É indiscutível que tem qualidade técnica, mas precisa tomar decisões melhores e ser mais participativo. Nota 4,5

Luca Meirelles – Jogou pouco tempo. Sem nota

Guilherme – Errou praticamente tudo que tentou e bobeou no início da jogada do primeiro gol do Vasco. Nota 4,0

Tiquinho Soares – Fez boas paredes no primeiro tempo, prendeu a bola no ataque e deu a assistência para o gol. Nota 6,5

Deivid Washington – Entrou com muita vontade, mas não conseguiu produzir. Nota 5,0

Pedro Caixinha – O time fez um bom primeiro tempo, apertou o Vasco, comandou as ações. No segundo sumiu e o treinador não colaborou com as mudanças que fez, especialmente as saídas de Barreal e Tiquinho. A permanência de Guilherme por 90 minutos não tem explicação. Nota 4,0